Nunca desista do seus sonhos

A maioria dos sonhos que sonhamos não são impossíveis de serem realizados como colocamos, o que falta é um pouco de determinação.
As pessoas são bem objectivas com relação aos seus ideais, porém deixam de ter essa objectividade com o passar do tempo, ao longo do prazo.
Muitas vezes apenas almejamos aquilo que consideramos natural a determinada situação deixando de perceber as outras possibilidades.
As vezes penso que deveríamos ser como as crianças, usar de sua inspiração, motivação e nunca desistir dos sonhos!

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Eu sempre tive medo de ouvir meus sentimentos, pois aprendi que escutar os sentimentos nos tornam pessoas emotivas!
-E pessoas emotivas são sempre sentimentais... Mas sabe? até que eugostaria de senti-los, porém aprendi que pessoas sentimentais são fracas! Que pessoas sentimentais sofrem pelo que sente, pelo que não sente até pelo que não entende. Que pessoas sentimentais falam de amor, de filosofia, de analogia... Mas não conhecem nada da vida. Que pessoas sentimentais são intuitivas, amigas e inteligente, mas estão longe de serem consideradas espertas. Que pessoas sentimentais são ingênua, inocente, mas sabem muito pouco de como viver a vida... Me ensinaram também, que pessoas sentimentais só sabem que a vida é assim: - ora amiga, ora inimiga!
Adeus galerinha!!! ¨¨

A confraternização

Foto 2006.


Eu sempre fui o casmurro da turma. Aquele que em debates não se definia... Que em situações complicadas não se comprometia... Que em eventos não se declarava...Sempre soube q isso me causaria problemas no futuro, mas eu nunca me preocupava, sempre pensava que tudo iria se resolver assim que fosse para o ensino médio. -Eu estava redondamente enganado, então passei os piores anos (seguido) da minha vida!Você sempre acha que os seus problemas serão resolvidos com o tempo. Esse foi o meu problema, pensava que as coisas iriam ser resolvida com o amadurecer do tempo. O tempo passa, agente se transforma, mas os problemas permanecem os mesmos. Só muda de significado!Ainda continuo péssimo para expressar as minhas idéias, odeio contato social e detesto me apresentar em eventos.Às vezes fico pensando... Logo terá o encontro da confraternização e o que vou dizer? Que faço pedagogia e que passo pelos mesmos problemas do ginásio? E aí? Que história terei...

Adivinha?.?.

Ele começa um pouco antes do dia 6 e acaba na quarta-feira de cinzas, na véspera da quaresma. Ele é marcado pelo cristianismo e tem sua origem na antiguidade romana. Atualmente seu maior evento acontece no estado Rio de janeiro e é lá que é exibido os desfiles mais importantes da sociedade carnavalesca e do mundo.
-Mesmo com a mais brilhante produção, sua intenção não passa de suposta tróias do sensacionalismo que insiste em fazer do seu significado um símbolo de capital e patriotismos. De quem estou falando?
-Eu estou falando do carnaval, este mesmo que eu tanto odeio!

Agradecimentos

Quero agradecer ao cientista Diogo Correa pelas dicas e sugestões referente ao meu blog e por todo esse tempo de amizade.
Agradeço também os escritores Alex, Hélder, Juliana, Amanda, Anne e Nina viera pela paciência e interesse por minha humilde casa.
Muito obrigado a todos vocês!

Meu amigo Adrian

Tivera eu treze anos quando estava a ler «O Diário Secreto de Adrian Mole aos 13 anos e 3/4».
Ler a obra de Sue Townsend, me deixou ainda mais interessado pela literatura. Porque a cada página lida encontrava mais coisas, ou menos coisas: o meu retrato.
Bem, talvez o retrato de todo adolescente que se têm treze anos e que sonha em ser escritor, não é mesmo?
Muito me admirava Adrian Mole, pelos fatos inverossímeis que o tornava romântico, pela sua paixão a uma garota que o tornava um garoto tolo e imbecil, de pouca experiência e de muitas mutações.
Olhando para trás, acho que eu era igual o Adrian, em todos os aspectos! Até mesmo em suas cobiças pela intelectualidade...
Os anos foram passando e eu sempre pensei muito neste livro, principalmente em, Adrian Mole. Na sua capacidade de escrever, em sua ausência de vida amorosa e na sua impertinência na qual sempre se via...
Comecei a achar então, que talvez eu e Adrian fossemos muito semelhantes. Não que eu escrevera tão bem quanto Mole, mas o seu perfil era muito parecido com o meu.
De fato, o Diário Secreto de Adrian Mole, fois uns dos livros que muito influenciaram em tempo de adolescente; do meu isolamento ao mundo, de minha pretensa superioridade...
Hoje, tive a oportunidade de relê um trecho deste livro tão genial de Sue Townsend. Lembrei de minha adolescência e por alguns instantes, voltei ao tempo de garoto. Foi muito bom!
Para a minha felicidade, poderei assistir o diário de Mole, também no cinema. O filme será produzido pela Fortress Entertainment e pela Ruby Films. Ainda não são conhecidos detalhes acerca do elenco, mas a estréia deverá acontecer em 2008.

Sobre o livro: O Diário Secreto de Adrian Mole aos 13 anos e 3/4, apresenta o dia-a-dia de um adolescente que procura a sua identidade e alguma normalidade no meio de uma família profundamente disfuncional. Vale apena ler!
O livro fez tanto sucesso na Europa e em outros países, que Sue Townsend, prosseguio com mais quatro edições: Adrian Mole na Crise da Adolescência, As Confissões de Adrian Mole & Cª, Os Anos Amargos de Adrian Mole e por fim, Adrian Mole na Idade do Cappuccino.

AQUI NO NOSSO PAÍS!

Eduardo: Sonhador e evolucionista!

Certa vez um amigo meu, no meio de uma discussão que envolvia visões de mundo, parou e disse que eu vivia no mundo da fantasia.
Hoje eu fico pensando se é fantasia acreditar que as coisas podem melhorar e se for, que mal há nisso? Parece que as pessoas esquecem fácil de sua origem. Muitos não acreditam mais no país em que vive, outros dão mais valor ao país de outra origem, por quê?
Por que as pessoas preferem viver em um país desconhecido e trabalhar como faxineiro, atendente de lanchonete, garçons... Que viver em seu país de origem e tentar a vida como um empresário bem-sucedido, um médico bem reconhecido, um advogado conceituado, ou até mesmo um escritor bem consagrado, por quê?
Honestamente eu não entendo as pessoas. Elas preferem ter uma ilusão em outro país, que viver um sonho em nosso próprio país. Depois dizem que eu vivo num mundo de fantasia.
Da próxima vez que alguém dizer que eu vivo num mundo da fantasia, eu sorrirei e responderei educadamente: -Não, eu vivo no mundo dos sonhos!

A blogosfera

Esse não é mais um espaço literário. Escrever para " A casa" tornou-se um verdadeiro desabafo. Quando estou triste, quando estou entusiasmado. O primeiro lugar que penso é aqui. Sabe por quê? Porque aqui sei que estou sendo respeitado, que meus sentimentos não serão desacatados. E se forem, pelo menos foram libertados!

Faz alguns meses e pouco dias que tenho esse espaço, apesar do pouco tempo já tenho um certo afeto por esse espaço. Sei que muitos me entenderão, afinal ter um blog não é apenas escrever para si, é também um meio de gritar, de compartilhar valores, discutir situações, examinar atitudes, ler pensamentos, enfim... O blog é um meio muito louco de se dialogar.

Digamos, que o blog é o mais novo psicologo virtual, que por meio de expressões verbais, expressamos aquilo que temos na cabeça. Digo: aquilo que de uma forma ou outra precisamos dizer.

Muitos preferem não se comprometer, escrevem sobre políticas, economia, relações interpessoais... Outros preferem não se aborrecer, contam sobre si, de sentimento, falam da vida... Assim é o mundo virtual, assim é a blogosfera!

Um mundo de sentimentos, de solidariedade, onde ninguém é melhor que ninguém. Aqui, somos todos iguais, somos todos imortais!

Imortais? Sim, imortais. Imortais pelos que escrevemos, pelo que dizemos, pelo que não dizemos... mas que de uma forma, ou de outra acabamos escrevendo.

Só para finalizar, posso dizer que estou mesmo em casa!


Esse é um desenho que fiz no Paint. É como me sinto atualmente rs... Por um lado tenho uma flor que é o meu blog onde escrevo e exponho as minhas idéias, por outro lado tenho uma interrogação que é a vida para qual venho escrevendo.
Logo terei que deixar essa flor e viver a vida de antigamente. Voltar para o trabalho, para a faculdade. Bem, não sei se terei tanto tempo!